Retalhista português consolida três clouds em arquitetura híbrida
Cliente PT (anonimizado)
Métricas
- Redução de custo cloud
- 32%
- Uptime médio
- 99.98%
- Tempo de migração
- 11 semanas
Desafio
Um retalhista português com 40 lojas físicas e e-commerce próprio tinha workloads espalhados por AWS (e-commerce), Azure (ERP e Microsoft 365) e GCP (analytics legado). Custo crescia 18% ao ano. Dois fornecedores diferentes de cibersegurança disputavam responsabilidade em cada incidente. E a entrada do retalho no perímetro do NIS2 exigia evidência de soberania para dados pessoais de clientes.
Abordagem
Audotoria por workload em três semanas. Identificámos cinco workloads que mereciam estar onde estavam, três que podiam ser desligados (custo escondido em ambientes de pré-produção esquecidos), e quatro candidatos a migração para cloud soberana europeia.
Desenhámos uma arquitetura híbrida:
- AWS: e-commerce mantém-se. CloudFront + RDS + ECS Fargate. Camada de cache otimizada.
- OVHcloud (Gravelines): dados de cliente, programa de fidelização, BI sobre transações. SecNumCloud.
- Azure: tenant Microsoft 365 mantido, com auditoria de soberania documentada para o DPO.
- GCP: descontinuado. BigQuery migrado para ClickHouse em VPS OVH.
Camada de identidade unificada em Keycloak, com federação para AWS, OVH e M365.
Resultado
Custo cloud agregado caiu 32% no primeiro ano completo após a migração. Tempo médio de incidente caiu de 47 minutos para 12, porque a operação passou a estar centralizada numa única equipa (a nossa) em vez de partilhada entre três fornecedores externos. Documentação NIS2 e GDPR foi entregue ao DPO em outubro de 2025.
O cliente mantém-se em multi-cloud, mas agora de forma intencional e auditável - não por inércia.